Escritos na varanda

Imagino-me a escrever na varanda, ao fim da tarde, com o Sol a por-se no horizonte e uma bebida gelada ao lado. Como eu nem sequer tenho varanda, tudo isto é ilusão.

terça-feira, 7 de março de 2017

Alface roxa


Em vinte e um de Fevereiro comprei na cooperativa cinco alfaces roxas. Passados estes dias todos já só restam duas, e mesmo essas parecem mais enfezadas do que no dia em que as trouxe, pouco ou nada cresceram.

Cobri-as hoje com garrafas de água, para tentar que ainda se aproveitem.

Das cinco plantas que coloquei debaixo da estufa, também já só restam três. Essas estavam protegidas dos pássaros, não percebo o que aconteceu. Há ainda o facto de que as três que restam terem praticamente o mesmo tamanho do que as restantes que ainda tenho em casa em copos de iogurte.

Arranjei entretanto um canto da horta e comecei a passar as tais alfaces que tenho em casa, cobertas também com garrafas de plástico para servirem de mini estufas.
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segunda-feira, 6 de março de 2017

O portão da quinta e dos outros dias


A horta é minúscula sim, mas o cão é maluco e não para de espezinhar o pouco que lá planto, por isso preciso de acabar a minha cerca de canas. 
E agora chegou a vez da porta. Encaixa em baixo e segura-se em cima com elásticos.
Simples.
A parte difícil foi mesmo enfiar a linha na agulha para coser os elásticos.





sábado, 4 de março de 2017

Burradas


Há tanto burro mandando
Em homens de inteligência
Que à vezes fico pensando
Que a burrice é uma ciência
(António Aleixo)

Estes burros estão nas Salinas do Samouco. Outros, sem orelhas grandes e sem pelos, mas igualmente quadrúpedes, encontram-se espalhados por todo o lado.

sexta-feira, 3 de março de 2017

O dia nasceu cinzento


Um dia de inverno, com chuva e vento e frio, e vento, e chuva, e chuva. e...

quinta-feira, 2 de março de 2017

No Zoo


Nova atracção do zoo.
Entrada 5 euros.
A verba angariada reverte integralmente e favor da compra de uma ratoeira.


quarta-feira, 1 de março de 2017

No silêncio da manhã cinzenta


As águas paradas estão ainda a dormir.
As nuvens cor de chumbo
Aguardam o sinal do vento
Para largar os pingos de chuva
Em todas as direcções
Até as aves continuam escondidas
Com medo de acordar a manhã
Que se prevê de temporal.