Escritos na varanda
Imagino-me a escrever na varanda, ao fim da tarde, com o Sol a por-se no horizonte e uma bebida gelada ao lado. Como eu nem sequer tenho varanda, tudo isto é ilusão.
quinta-feira, 4 de maio de 2017
Mini alfaces
Cerca de 70 dias depois de as ter trazido da Cooperativa, apanhei uma das alfaces. Não e´grande mas é bem boa.
Estas no entanto tiveram uma desculpa, ficaram um bocado à sombra porque as couves e a rama das cenouras cresceram-lhes para cima.
Acho que a única maneira de ter produtos grandes aqui na horta é falar com a artista oficial do estado, a Joana Vasconcelos.
terça-feira, 2 de maio de 2017
Mini cenouras
A horta voltou a dar miniaturas. Desta vez cenouras. O manual de instruções dizia para colher de 60 a 120 dias após a sementeira. Esta foi apanhada cerca de 85 dias depois e só tem este tamanho.
Na verdade o problema é que plantei muitas, e muito juntas. Assim, tropeçam umas nas outras e não crescem. As sementes são minúsculas e não consegui controlar o despejar do pacote. Quando a rama começou a crescer ficou um matagal imenso.
Para tentar salvar a colheita vou apanhar algumas e deixar outras com alguns centímetros de distância umas das outras, para ver se crescem mais um bocado.
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Primeiro de Maio
Não são precisas palavras. Basta a voz e a música de José Afonso,
https://www.youtube.com/watch?v=g1NRLl2wgcA
domingo, 30 de abril de 2017
A beleza das curvas
Se não houvesse curvas, seriam só ângulos, muitos dos quais rectos, ou seja, seria tudo quadrado.
Não consigo imaginar uma mulher feita só de esquinas e arestas.
sábado, 29 de abril de 2017
Liberdade para os sacos do lixo
Vivemos um tempo em que já não se pode ser porco à vontade. Um saco de lixo já não tem o direito de coexistir pacatamente com a paisagem circundante. A bombofobia tomou conta das mentes, telefona-se para o cento e não sei quê, vem o INEM dos explosivos, manda evacuar, e lá vão cascas de batatas pelos ares.
sexta-feira, 28 de abril de 2017
Alameda das Mãos nos Bolsos
Quando não há nada para fazer, passeia-se no jardim. As mãos nos bolsos são uma espécie de travão que reduz a velocidade dos passos. Devagar observa-se melhor e o passeio rende mais.
quinta-feira, 27 de abril de 2017
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