Quebram-se em ti os raios do Sol. Desfazem-se na tua muralha de folhas as ondas de calor que o astro rei derrama sobre a terra.
E ali, à sombra dos teus ramos conseguimos inventar um pouco de acalmia no braseiro da tarde, beber da garrafa o líquido que nos mantém vivos, e, de costas no chão e olhos fechados, sonhar que o mundo não é mais que um manto de erva à sombra de uma árvore no meio da planície.