Escritos na varanda

Imagino-me a escrever na varanda, ao fim da tarde, com o Sol a por-se no horizonte e uma bebida gelada ao lado. Como eu nem sequer tenho varanda, tudo isto é ilusão.
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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Abelhómetro



Este é o meu abelhómetro. Mede a quantidade de abelhas. E neste momento o ponteiro está no zero. O depósito está vazio.

As flores há muito que abriram, já fecharam, já desapareceram e nenhuma abelha as veio polinizar. Quer dizer que não vou ter abóboras.

Comecei com as minhas lides hortículas há quatro anos e nessa altura ainda havia por aqui abelhas em quantidade razoável, sobretudo na época de floração das laranjeiras, mas de ano para ano têm vindo a diminuir, até quase desaparecerem.

Eu tentei a inseminação artificial, uma espécie de abóbora-proveta, que é feito da seguinte forma: com um pincel esfreguei sucessivamente o interior das diversas flores na esperança de que o pólen de uma passasse para outra, mas sem resultado.
Talvez o problema seja meu que não sei esfregar bem :(


domingo, 23 de abril de 2017

Os malmequeres da cidade


Já não atraem as abelhas como antigamente. O facto de serem plantas pequenas que vivem junto ao chão, onde se concentram os gases nocivos que são mais pesados que o ar, talvez explique alguma coisa.
Outra das explicações é que em boa verdade, não há muitas abelhas para atrair. E assim entramos num circulo vicioso.
O lado bom da história é que felizmente há malmequeres que não desistem.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

sábado, 13 de junho de 2015

A colmeia


Abaixo os pesticidas, hic, que matam as abelhas.
Por causa da falta de abelhas, hic, não há nectar, hic, a colmeia tá seca.
Hic