Escritos na varanda

Imagino-me a escrever na varanda, ao fim da tarde, com o Sol a por-se no horizonte e uma bebida gelada ao lado. Como eu nem sequer tenho varanda, tudo isto é ilusão.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Triste constatação do dia


A melhor maneira de ter as janelas abertas sem entrarem moscas é... fechá-las.

sábado, 8 de agosto de 2015

Folha verde


O que é que eu vou escrever hoje?
Tenho uma folha verde à minha frente e não me ocorre ideia nenhuma. Ainda se fosse uma folha em branco, haveria de encontrar alguma coisa para escrever, agora verde...
Já sei! Vou escrever sobre o vermelho.
Nunca pensei que alguma vez na vida fosse capaz de dizer isto, mas pela primeira vez gostaria que os lampiões ganhassem um jogo. O de amanhã.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Ervas no telhado


A degradação é propositada, só pode.
Porque depois, com a especulação, ganha-se muito dinheiro.
Até quando é isto permitido?

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

A inconfessável leveza do (pare)ser


É por debaixo do pano
Que a gente entra pelo cano
Sem ninguém saber
(Ney Matogrosso)

É por debaixo do telhado
Que a gente...

terça-feira, 4 de agosto de 2015

À luz de um archote apagado.


Como é possível que alguma da capacidade de raciocínio em pleno século XXI esteja ao nível da idade das trevas?
O que aconteceu à capacidade de pensar, distinguir, escolher?
Porque é que se aceita tudo, até o inaceitável?
É ignorância, comodismo ou cobardia?



domingo, 2 de agosto de 2015

As tábuas da verdade


É triste, mas estas são as tábuas da verdade.
Estas tábuas, são a única verdade que encontrei durante o dia de hoje.
O resto, tudo o resto, é mentira, é falso, é um tremendo faz de conta, um jogo de aparências colectivo. Ninguém ganha, mas todos julgam que não perdem.


sábado, 1 de agosto de 2015

A jornada


Mesmo por caminhos tortos havemos de chegar direitos.
Porque é nossa a razão, porque cada vez mais, mais e mais de nós abrem os olhos e se juntam na defesa dos valores da paz, da justiça da liberdade e da igualdade.
A questão que se põe é: quantos milénios mais demorará?