Escritos na varanda
Imagino-me a escrever na varanda, ao fim da tarde, com o Sol a por-se no horizonte e uma bebida gelada ao lado. Como eu nem sequer tenho varanda, tudo isto é ilusão.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
quarta-feira, 6 de maio de 2015
terça-feira, 5 de maio de 2015
Com tradição
O barco é de guerra, mas estamos em paz. E
manda a tradição que “barco de guerra atracado, paspalhos a visitá-lo ao fim de
semana”.
Havia de haver uma guerra, para esta gente
que gosta da guerra e de guerras. E que os dizimasse a todos ou pelo menos
quase todos.
Infelizmente isso não é possível, porque a guerra,
tal como o Sol, quando nasce é para todos, e estariam também os inocentes
envolvidos. E os inocentes, mesmo em tempo de paz, já sofrem muito.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Dia de tempestade
Não se nota, mas está a chover. Não muito, mas o suficiente para molhar. Pergunto-me por onde andarão as gaivotas, Tempestade no mar, gaivotas em terra, diz o ditado, Talvez noutra terra, aqui nesta não estão.
domingo, 3 de maio de 2015
Um fio de água
“Apenas presa ao mundo por um fio de água
morrente”
Carlos Tê em “Logo que passe a monção”
Não há nada, muitos quilómetros em redor.
Apenas um fio de água, que serve para matar a sede ao raro viajante que
percorre aquela estrada, deserta como a maioria das estradas do interior do
país.
E não é por falta de água.
sábado, 2 de maio de 2015
As cores da imaginação
Nem sempre azul é o mar. Pode ter todas as outras cores, as que a nossa imaginação quiser.
Nem sempre grande é a distância, O que está para além da vista pode estar perto dos sentidos.
Nem sempre interminável é o tempo. Há coisas que acontecem mais cedo do que se espera.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
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