Escritos na varanda

Imagino-me a escrever na varanda, ao fim da tarde, com o Sol a por-se no horizonte e uma bebida gelada ao lado. Como eu nem sequer tenho varanda, tudo isto é ilusão.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

o silêncio é um festival


Grande, grande, é o silêncio que se abate sobre a distancia, por mais próxima que esteja.
Permite ver o que de outra forma não seria visto, ouvir o que não seria ouvido, perceber o que não seria percebido.
Há quem faça do silêncio uma festa.

domingo, 14 de junho de 2015

Ruinas


É sobre o que restar, se restar alguma coisa, que será construído o futuro.

sábado, 13 de junho de 2015

A colmeia


Abaixo os pesticidas, hic, que matam as abelhas.
Por causa da falta de abelhas, hic, não há nectar, hic, a colmeia tá seca.
Hic

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Os finalistas


E pronto. Assim se perde um dia inteiro. Das dez da manhã às oito e meia da noite mais um dia de merda com o empecilho atrás de mim sem poder fazer o que quero. Tenho que pensar seriamente em emigrar.
A culpa desta vez foi da festa de encerramento do ano lectivo. E os finalistas foram os últimos a abandonar o palco. 
A qualidade das fotografias está directamente ligada à minha vontade de ali estar: uma merda.
A lente não foca, o sol estáva de frente, os putos não param quietos, o barulho não deixava ouvir o "pi" da máquina.
Tenho que comprar uma lente. Mais uma despesa.









quinta-feira, 11 de junho de 2015

Base, fuste ou capitel


Eles não sabem que o sonho
É tela, é cor, é pincel
Base, fuste ou capitel
Arco em ogiva, vitral,
Pináculo de catedral,
Contraponto, sinfonia,
Máscara grega, magia,
Que é retorta de alquimista


António Gedeão (Pedra Filosofal)

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Chuva


Nem sempre se pode acertar, e hoje foi claramente um dia de falhar. Não deu para fazer quase nada por causa do empecilho. À tarde ainda fui até à praia mas foi mais uma perda de tempo e gasto de gasolina, porque o tempo não estava para praia.
A única coisa que se aproveitou foi a chuva, porque assim amanhã não preciso de regar a horta.

terça-feira, 9 de junho de 2015

O vírus


E de repente (quase) toda a gente reclama do vírus do facebook.
Ah, porque não sei o quê...
O que o vírus faz é apenas partilhar coisas de que até os vírus gostam.
Estes, como o da imagem, é que são perigosos, eu é que devia reclamar dos vírus.