Escritos na varanda

Imagino-me a escrever na varanda, ao fim da tarde, com o Sol a por-se no horizonte e uma bebida gelada ao lado. Como eu nem sequer tenho varanda, tudo isto é ilusão.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Capuchinho vermelho


Não disse uma palavra. Virou as costas e afastou-se embrenhando-se no escuro do bosque onde acabou por desaparecer de vista.
Foi ter com o lobo mau.