Escritos na varanda
Imagino-me a escrever na varanda, ao fim da tarde, com o Sol a por-se no horizonte e uma bebida gelada ao lado. Como eu nem sequer tenho varanda, tudo isto é ilusão.
sábado, 24 de janeiro de 2015
Abóboras no telhado
Quando falo em abóboras no telhado refiro-me a abóboras no telhado mesmo, não ao livro com o título homónimo de Aquilino Ribeiro.
Um telhado é um óptimo sítio para secar abóboras, mesmo que seja para turista ver, como é o caso destas abóboras na Aldeia da Mata Pequena em Mafra.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
A vareta
A vareta é um instrumento muito útil. Se usado
correctamente faz-nos sentir bem
Quando aponta para baixo não tem qualquer
utilidade, molhamo-nos todos.
É quando está ao alto que a sua verdadeira
função se desenvolve, protegendo-nos da chuva e evitando assim que apanhemos um
resfriado, que causaria sem dúvida muitas dores de cabeça.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Passo
Passo.
Mas não passo despercebido, porque há
sempre algo que fica para trás, mesmo contra vontade ou inconscientemente.
Passo.
E apesar de insignificante para o mundo,
foi um grande passo para mim, pois assim me aproximei mais do meu objectivo.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Uma luz ao fundo da nuvem
O problema não é ela não ter vindo. O
problema é eu esperar que ela viesse.
A culpa mais uma vez é minha, se eu não
esperasse nada dela, não estaria agora ali à espera.
O que havia a fazer, portanto, era deixar
de esperar. Só tem um problema: é difícil.
Sim, é difícil, mas como já tinha passado
por outras dificuldades semelhantes, sabia que apesar das nuvens negras há
sempre uma luz ao fundo da nuvem.
E para lá da nuvem...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
A zona de conforto
O problema principal nem é tanto o frio. É
claro que é importante e é um factor a ter em conta, mas a sensação que se tem
desse mesmo frio varia muitas vezes em função de vários factores.
O vento por exemplo faz muitas vezes
parecer estar mais frio do que na realidade está. E a humidade, sobretudo junto
ao mar, também.
Um barrete na cabeça e uma manta pelas
costas são por isso essenciais para se desfrutar em pleno da zona de conforto. É
que não existe maior conforto do que estar onde se quer estar e de fazer o que
se quer fazer.
Há quem lhe chame liberdade.
domingo, 18 de janeiro de 2015
A caminhada III

E pronto! Algum dia tinha que ser. Foi ao 46º dia que falhei e não fiz a minha caminhada diária. Foram 45 dias seguidos a caminhar sem ir a lado nenhum.
O objectivo agora é recomeçar de novo e ultrapassar essa marca.
Um dia, quem sabe, talvez caminhe para ir a algum lado.
A ausência da caminhada não foi no entanto a única particularidade negativa no dia de ontem. Não arranjei tempo nem vontade para a minha prática diária de guitarra.
Foi um dia de mudança. Mudança em relação ao passado recente. Porque mudou a parte mais importante que podia ter mudado: o pensamento.
Subscrever:
Mensagens (Atom)